sábado, 13 de junho de 2009

FRÁGIL

Eu sobrevivi ao dia dos abandonados!! \o/
Mas não me sacode muito que tô frágil ainda.

Bom, falando sério.. parece que sobrevivi mesmo ao dia [mês] dos namorados. Tá.. e daí.. grande coisa... Eu continuo furiosa, ansiosa e, principalmente, com o estômago embrulhado - e não é para presente. Ao sobreviver ao 12 de junho, tem-se duas alternativas para se (sub)viver o dia 13: sentir-se orgulhosa por ter superado sozinha o dia dos casais, ou deprimir-se ao lembrar qua ano que vem tem toda essa papagaiada de novo.
E que solteiro ainda tem saco para aturar as propagandas de PreSenteie Seu Amor, as rifas da escola, os "descontos" nas lojas - leve com amor, mas pague com grana - e tudo mais que o dia 12 promove.. Um viva ao capitalismo!
Ninguém se importa se o seu namoro vai acabar hoje, contanto que você tenha comprado algo bem caro ontem. Falta de romantismo da minha parte? Ah... quer saber, romantismo só pagando adiantado.

Um comentário:

Tiago Medeiros ¬¬ disse...

[Permita-me fazer um comentário fora de contexto...]

ViVi querida...

Olha, vou começar logo de uma vez...porque fico escrevendo e apagando o que vou dizer na tentativa de não parecer...parecer..meio assim meio bobo e acabo não escrevendo nada. Quero que saiba, se me contenho a dizer tudo que penso, que sinto, de nada abono a verdade e a sinceridade do que digo. Já estou me sentindo como eu disse antes, mas tudo bem...rs, prefiro isso a superficialidade de um comentário estruturado.
Bom, Falemos de você...
Preciso dizer que adorei a capa. Eu adoro essa foto e nem sei direito o porquê. Talvez seja o não saber, que me chame tanto a atenção. Sei que me intriga, pois não revela claramente qual emoção sentia ali. Cria um ar misterioso, enigmático...ao mesmo tempo tenro, pacífico, acolhedor.

Ver sem enxergar

"Quando triste, gosto de pensar que chorava, assim não fico só na minha melancolia.
Quando chateado, gosto de pensar que estava frustrada, e ficamos reclamando um ao outro "rabugentices".
Quando feliz, gosto de pensar que sonhava acordada, e logo decolo na imaginação.
Quando pensativo, gosto de pensar que refletia filosofias, pra debatermos pontos de vista.
Quando magoado, gosto de pensar que me esperava, pra com sabedoria me dar conselhos.
Quando venho, tendo ver o que seus olhos não estão dizendo. Quase todo tempo. Eu tento.
Quando venho, posso olhar, admirar o que todos como eu podem enxergar.
Mas, quando venho, mesmo podendo, não quero ver ou admirar, e fecho os olhos para sentir e ver por dentro o que nem todos de ti podem enxergar.
Eu tento. Nem sempre entendo. Por isso volto a te visitar."


Não importa como venho, sempre saio agradecido em te ver sem enxergar.

Doce ViVi, beijos pra ti!

(em mais uma madrugada! rs!)