quarta-feira, 9 de março de 2011

Entregue-se já!


A paixão é um personagem. É como um vilão de filme norte-americano, sabe? Não importa se corremos, se nos escondemos ou se damos cinco tiros no peito dele, porque sempre estará bem atrás de nós (e caminhando calmamente)!! Não adianta trancar a porta, as janelas, não espalhe bolinhas no último degrau da escada, não adianta, pombas!
A paixão já entrou, lembra do filme Panico? Pois é, é parecido. Portanto, ecenomize o fôlego, vai precisar dele quando a paixão te alcançar.
Entregue-se a ela e finja que foi porque quis, afinal, você vai acabar querendo-a sem saber que a queria antes.

Sobre paixão, o que eu tinha a dizer era só isso. Sobre paixão.. o que tenho na mãe é um peixinho...

terça-feira, 31 de agosto de 2010

É necessário planejar!


Em época de censo é sempre a mesma história; vêm a tona as discussões acerca do planejamento familiar – realidade à anos/luz do nosso Brasil brasileiro. Então, entram em ação os amantes da ética, os economistas, os religiosos, etc., cada qual defendendo seu cego ponto de vista. Chega um momento em que já não se sabe se querem ganhar um jogo ou se realmente se importam com o futuro da nação. É claro que para fim de discussão, passa-se a bola para o governo.
Ora! Se se parar para pensar, a conclusão a que se chegará é a de que o governo já intervém, em parte, na decisão do número de filhos que se terá, e isso nem consta na Constituição. Mas o que não consta na Constituição é uma outra história.
Quanto ao número de filhos, o governo não estipula a quantidade, no entanto não se pode negar que certos planos de auxilio do governo passam uma mensagem implícita: se dois filhos promovem uma renda extra de R$ 60,00, então 6 filhos renderão R$ 180,00. Se não fosse tanto desvio e tanta corrupção na distribuição dessas “bolsas” de auxílio do governo, a população do Brasil já teria aumentado, e muito. Um “Viva!” à corrupção.
Não que se busque a extinção desse auxílio, longe disso. O que se quer mostrar é que, se esse auxílio nunca tivesse existido, talvez, a população já tivesse a conscientização do número de filhos que poderia ter – e manter.
Não é preciso ser um gênio das estatísticas para prever que, cedo ou tarde, o governo terá sim que intervir no planejamento das famílias brasileiras, o que não será nada fácil se a intenção for a de continuar com bolsas de auxílio. O que se faz necessário é algo inovador e diferente, o que, sem dúvida, só cabe a quem muito entender do assunto, e é claro que não são os casais.

(Sempre que escrevo coisas assim, lembro aquela comunidade do orkut "o problema de ser irônico", mas não posso evitar de escrever)


E o futuro prometido?


Sempre escutei as pessoas que me cercam dizerem que o futuro a Deus pertence, que o único momento com o qual devemos nos preocupar é com O AGORA. Só que eu nunca consegui ser assim. Sofrimento antecipado; esse é o meu maior defeito, e um defeito reconhecido, assumido, mas incontrolável.
No passado, nem tão passado assim (em 2008), eu sofri... sofri, simplesmente, porque todo o futuro lindo que eu tinha imaginado não se cumpriria mais. Mas, um dia, quando eu acordei, em vez de lágrimas, havia uma expressão de dúvida no meu rosto. Expressão esta que insistia em me perguntar: - O que garante que aquele futuro iria mesmo se cumprir? Ora! Se eu havia o inventado do começo ao fim! A resposta??
Bem, acredito que mais angustiante que saber que o tempo não pára é saber que todo e qualquer futuro não pode ser planejado e executado do jeito que se quer. Até porque o que se quer não é exatamente o que se quer, entende? E a gente só vê que não queria depois de não ter. [é tão difícil explicar as coisas sem os personagens]
Me colocando como personagem (fictício, é claro) desta história, eu diria que não tive o futuro que imaginei há dois anos. E não há um só dia em que eu não agradeça por isso. Por sorte que o futuro não me pertence. Isso me faz pensar todo dia pela manhã: Deus, valeu!
Ainda posso imaginar como será o futuro, até porque o meu probleminha de sofrimento antecipado urge, mas sei que pode não se cumprir e, mais importante ainda, pode que o não cumprimento seja o melhor pra mim.
Como diria a vó: A gente nunca sabe do amanhã, mas que o amanhã depende da gente... ahh depende.

Há um infinito de tipos de pessoas.

Só há dois tipos de pessoas: as que agem e as que ficam paradas.
Só há dois tipos de pessoas que agem: as que acertam e as que erram.
Só há dois tipos de pessoas que erram: as que se arrependem e as que não se arrependem do erro.
Só há dois tipos de pessoas que se arrependem: as que querem voltar atrás e as que querem ver no que vai dar.
Só há dois tipos de pessoas que querem ver no que vai dar: as que acabaram encontrando algo de bom no erro e as que conseguem se acomodar em todas as situações.
Só há dois tipos de pessoas que acabam encontrando algo de bom no erro: as que se apaixonam e as que têm medo de consertar o erro.
Só há dois tipos de pessoa que têm medo de consertar o erro: aquelas que acham que merecem o castigo por terem sido burras e as que acham, por ilusão, que vão aprender com o erro.
Só há dois tipos de pessoas que acham que vão aprender com o erro: as que nunca erraram antes e as que pensam que nunca erraram antes.
Mas não há nenhum tipo de pessoa que nunca errou: nem aquela lá do comecinho, a que ficou parada. E justamente deve ter errado porque ficou parada.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Como preparar uma crônica


1º. Olhe as pessoas em volta;
2º. Olhe dentro de si mesmo.

Modo de preparo:
Pegue o que observou das pessoas e jogue dentro de si mesmo. Bata por dez minutos e deixe descansar. Vai crescer que é uma maravilha! Quando tomar proporções generosas, despeje tudo em uma folha de papel. Polvilhe, a gosto, com tudo o que estiver no seu imaginário e voilà!
O capitalismo exacerbado versus O consumismo inocente

Estes dias, eu estava voltando do cursinho e me vi obrigada a passar no supermercado para comprar meu almoço - uns empanados de R$ 0,49.
Meu professor de redação mora em frente ao supermercado e comecei a lembrar o que ele havia dito em aula: que os mercados distribuem os itens estratégicamente por onde passam os olhos de seu público-alvo. Ou seja, itens para adultos - como cremes antirrugas e fraldas - encontram-se nas prateleiras do alto, e as balas e os itens para festa se encontram rentes ao chão, justamente para que as crianças possam segurá-los, enquanto gritam: - Mão me compra isto e isto e isto e mais isto? E também este bichinho superdivertido (superdivertido!! o bichinho não serve para nada, é uma cruza de pônei com Jão-bobo, mas ele é rosa choque e está ao alcance de suas mãozinhas)?
O pônei sem patas é o de menos, pior é esta: - Mãe me compra esse cerealzão? Vai durar todo ano!
- Filho, isso é ração pra cachorro (Freud explicaria: ração pra cachorro é apenas um item para adultos que a prateleira não suporta).
Mas tem um detalhe que a maioria dos organizadores de item ignoram: crianças-de-colo-que-sabem-falar! Estas pobres crianças ficam aborrecidas em supermercados, pois seus olhinhos ficam na altura dos itens para adultos. É para elas um grande mistério o fato de seu irmãozinho se divertir tanto por lá.
Bem, chega o momento de passar no caixa. A mãe se dirige ao caixa 3, que é por onde devem passar as pessoas com mais de 50 itens. Enquanto a mãe tira as coisas do carrinho, a criança de colo vê o irmão se deliciando com a escolha entre dezenas de variedades de chicletes que ficam bem na frente do caixa e - o mais importante - ao seu alcance. Na altura da criança de colo, só giletes e isqueiros. De repente, eis que surge em seu campo de visão, como se milagre fosse, de todos os sabores: morango, uva, chocolate! Então, a criança de colo estende os bracinhos na direção daquela que é a única coisa que lhe agradou em toda a sua história de frequentadora de supermercados num colo de mãe.
A criancinha começa a gritar com a força que só cordas vocais muito jovens têm. - Manhêêê me compra esta?? A de uva, mãe. Eu quero de uva!
A mãe, constrangida, pois é observada pelos olhos de todos os que estavam no super, tenta acalmar a filha que grita em desepero, pedindo que a mãe lhe comprasse - sem saber - um pacote de preservativos sabor uva.
O iramãozinho que também é inocente (mas apenas neste sentido, pois já sabe mentir, chantagear, estorquir os avós e chutar como ninguém) percebe que a irmã está usando o mais velho truque das mulheres para conseguir o que querem: o choro, e ele decide experimentar. "Vai que cola", ele pensou. E abriu o berreiro.
- Buááá eu também quero, lá em aula todo mundo come dessas e eu nunca tive!! Me compra uma mãe?? Buááá.
E ainda tem mais quarenta e nove itens para passar no caixa, porque a funcionária parou de trabalhar para assistir à sua ruina. Então a mãe soluciona o problema de um jeito que, na hora, pareceu-lhe uma boa ideia, ou pelo menos, trouxe-lhe novamente a paz do silêncio.
A mãe acaba tendo que fazer cento e trinta e duas horas de terapia para curar o trauma, pois, ao chegar em casa, ligou a tv e ouviu o Datena falar: "um cinegrafista amador flagra o exato momento em que uma mãe dá aos filhos menores de idade pacotes de preservativos. Isso é um absurdo, pô! Cadê as autoridades?" 
O que esta mãe não consegue entender é o porquê! Por que os supermercados não distribuem os itens conforme o público-alvo!  

quarta-feira, 14 de julho de 2010

E no fim da ementa tinha uma bibliografia...

Sempre que eu tenho 1,5 bilhão de coisas para fazer (a leitura correta é "um bilhão e meio" kkk), eis que eu invento uma coisa totalmente aleatória pra fazer, só pra não enlouquecer.
Pois bem, eu estou em estágio curricular, e tenho que - além de preparar os planos de aula e as avaliações - fazer o relatório final com os 1.025 anexos. Isso sem contar as disciplinas, algumas boas, outras sem o menor sentido. E além disso tenho que fazer coisas que são totalmente absurdas e que eu preferiria evitar, mas me disseram que eu morreria se parasse de comer ou dormir... eu ainda acho que isso é desperdício de tempo quando se está no último ano da faculdade.
Estou lendo - sem obrigação¹ - La Celestina, de Fernando de Rojas. Ah, SEM OBRIGAÇÃO! Não preciso buscar um resumo no Google para fazer um artigo, nem fingir na frente da minha turma que eu sei sobre o que estou falando.. eu estou lendo só por ler!
Depois ninguém sabe porque é que eu penso o que eu penso dos homens...
Ah, Fernando, Fernando... eu não tinha mais nada pra fazer mesmo!


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¹ deixo bem claro que o estou lendo sem obrigação, porque, no quinto semestre, quando tinha de lê-lo por obrigação, pulei tantas páginas que, ao final, não sabia nem o nome da personagem principal.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Com Mc Donnalds não há quem possa!

Sabe quando o jogo é la na Conchinchina e quase ninguém vai ver a seleção jogar? A gente vê a cena na globo e pensa - Pô, assim não dá.. sem torcida não rola! Quanto a isso, acredito que a opinião seja hunanime: os jogadores sentem-se bem menos motivados sem os gritos da torcida, seja num varzeano, seja na copa do mundo. A torcida é importante!
Sem o apoio da torcida, os jogos não seriam os mesmos, porque o jogador sabe que o torcedor está ali pela mesma paixão que ele (não pelo salário, o torcedor nao ganha nada). O torcedor está ali, debaixo do sol escaldante ou da chuva mais torrente, gritando, sorrindo, chorando, vibrando pelo seu time amado. É pra torcida que o jogador corre quando faz o tão desejado gol. Repito: A torcida é importante!
Mas será mesmo? Se ela é tão importante então por que tem gentes acabando como o sonho do Hexa? Por que? Sinto vergonha de fazer parte dessa torcida que só sabe torcer (o nariz pra tudo!), mas tenho orgulho de fazer parte da torcida que não tem a empáfia de achar que sabe mais que um técnico.  
Se o Brasil perder a copa, não será por culpa da presença ou da ausência de certos jogadores (afinal nada nesse mundo jamais contentou a todos e ao mesmo tempo), mas porque sua torcida decretou essa derrota antes mesmo que os jogos começassem.
Somos uma torcida ridícula, ridícula e mal agradecida. Não sabemos perder. Somos vendidos. Se vencemos, vestimos a camisa de seleção e vamos pra rua gritar BRASIL! BRASIL!. Se perdemos, xingamos o técnico (e sua mãezinha), xingamos os jogadores e xingamos o time que nos derrotou. Perdemos pr'aquele time de merda! Como assim "Time de merda"?? Um time que derrota a seleção brasileira é, com certeza, digna de um Parabéns (sem irônia).
Ai, ai.. Brasil, o pais do futebol! Me admira termos adquirido esse título com a torcida podre e desencorajadora que temos.
Não vou enterrar o sonho do hexa. Eu acredito! Ganhando ou perdendo, sou Brasil. Ao contrário de muitos, vou esperar os jogos começar e só vou opinar depois do apito final. Não posso opinar sobre o que não vi. Eu estaria sendo uma idiota se fizesse isso. Idiota como você! Que fala sem ter argumentos. Você, idiota que qu assistiu a convocação e, em seguida, viu os comentaristas esculachando (eita povinho que fala sem pensar-como alguém pode formar opiniões que ofendam alguém sem parar antes para pensar no que vai dizer?). Você, idiota que nem formou suas opiniões apressadas, você só se apoderou das opiniões deles! Você, meu caro idiota que, caso o Brail vença, vai chorar de alegria na festa da vitória, hipocritamente, gritando "Eu sempre acreditei!!"

P.S.: Não assisto futebol, não entendo futebol. Mas copa do mundo é copa do mundo. Se o jogo é de madrugada, levanto pra assistir; se falta luz, atravesso a cidade e vou na casa de um amigo; Se tem simpatia, eu faço e se tem aula, eu mato. Sou uma torcedora bissexta, só assisto aos shows da seleção de 4 em 4 anos e nem por isso eu finjo que entendo.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Depende de um bom texto.

Tem vezes em que eu fico olhando para a cara de algumas professoras e tenho vontade de perguntar: Por que? Por que você é professora? Por que escolheu lidar tão diretamente com seres humanos, se você mesma, as vezes, parece tão desumana? E, principalmente, tenho vontade de perguntar Por que, depois de descobrir que o problema dos outros não era da sua conta, você insistiu?
Fico imaginando o escândalo que isso seria. Ou melhor, fico prevendo. O que eu deixo no plano da imaginação é uma resposta sincera. Embora eu não faça ideia de quê resposta seja esta.
As aulas de Linguística Aplicada tem, sem dúvida, desacomodado alguns de suas cadeiras. Você descobre que, de fato, tudo depende do contexto e até o próprio contexto depende de um contexto anterior para se firmar ou para se negar.
Não entendo nada do que é dito ou feito para inglês ver, até porque os ingleses não se importam e, para eles, somos da terceira divisão.. digo, do terceiro mundão. É por isso que, quando os nossos queridos professores vem com aquelas ideias dispostas a mudar o mundo (um mundo que não quer ser mudado, porque se acomodou), eu só fico pensando.. isso é coisa do outro mundo... e com certeza o é.. de outro mundo, de um primeiro mundo. Preconceito? não. Realidade? sim. Por tudo que se houve falar e, que muitos teimam em dizer que é senso comum. O que não parecem perceber é que dizer que todas as nossas opiniões são de senso comum já se tornou tão comum que não tem mais santo que aguente! Salário baixo? Salas lotadas? 40 horas semanais? Escolas diferentes? "Tu te anima?" O que importa se sou formanda pra dar língua portuguesa, se a escola precisa de um professor de história? Os alunos parecem não merecer uma boa educação e o profissional não mrece trabalhar naquilo para o qual se preparou, é o que vejo ser demonstrado. Descaso? Acaso? Caso ou compro uma bicicleta? Tudo isso é senso comum, fala alheia e rima pobre.. nada além disso. Ou melhor, além disso... somente um surto verborrágico.
Mas, desculpem, não era sobre isso eu que eu falava quando comecei a escrever. Falava sobre as professoras. Pensando bem.. falar por quê, se ninguém vai se importar mesmo.. eu não tenho um "Dr." na frente do meu nome. E isso, meus caros, não depende do contexto - infelizmente.

domingo, 11 de abril de 2010

Guilty

Caso 1.025: O pintor versus a Pintura

Com a palavra, o advogado de defesa:
A questão é muito simples. Se não quer frustrações, então, não crie expectativas. Não pinte uma tela linda, perfeita porque pode acabar acreditando que aquela cena (congelada) é ou será real. A intenção do pintor é boa, porque o sentimento do pintor é puro, mas a pintura carrega um poder próprio. Se você pinta uma cena da natureza com água limpa e com borboletas voando, você sente paz por alguns momentos.. ainda que esteja em meio ao lixo. Eu nem ousaria dizer que a pintura é culpada, mas - é fato - dizer que o pintor é culpado é um erro infinitamente maior.

Com a palavra, o promotor:
O réu é, de fato, culpado. E contra fatos não há argumentos.
As vezes, esperamos demais de algumas pessoas. Esperamos que sejam perfeitas em tudo, pelo simples fato de elas serem "a nossa pessoa", seja nosso amigo, seja nosso amor. Talvez, por isso, fiquemos tão chateados quando elas borram o quadro de perfeição que pintamos delas.
A culpa, evidentemente, não é delas; a culpa é nossa - somos os pintores. Naturalmente, quando passamos a amar alguém, vemos crescer milhões de expectativas, as quais - é lógico - poderão ou não se cumprir. Essas expectativas incluem, por exemplo: amar os animais; ter paciência com os velhinhos; se importar com os outros; ser ele, mesmo que desagrade alguns; etc. As pessoas que gostam de nós, estão ao nosso lado nos momentos em que precisamos delas.. quanto às pessoas as que não agradamos, bom.. nós não precisamos delas ao nosso lado mesmo.
A culpa, definitivamente não é delas. Mas você também não tem que mudar e dizer "amém" ao que nunca tolerou. Você pode -  e deve -  pensar:  - Posso conviver com isso sem que isso afete ou diminua o amor que sinto? Se a resposta for sim, passe por cima do assunto, afinal, quem disse, sabia sobre  o que estava falando: "Passamos a amar, não quando encontramos uma pessoa perfeita, mas quando aprendemos a ver perfeitamente alguém imperfeito". Não podemos exigir perfeição, afinal, não somos perfeitos.
Ratificando a minha fala: Se você culpa a outra pessoa por causa de expectativas (criadas a partir da ilusão) que não se cumpriram, pare e pense... a culpada é você!
O culpado pelo insucesso é sempre o pintor, nunca a pintura.

O veredicto é Culpado! Mil vezes culpado e a pena é a própria culpa e ser carregada.. não há o que doa ou pese mais. Ainda que a pintura tenha sido borrada, sua lembrança não foi e é isso que dói: saber que por mais que se tente pintar um quadro igual, não será a mesma coisa.
Culpado!
Por esperar demais, querer demais, e receber de menos.

(Isto é uma pintura surrealista pintada por extenso. Preciso dizer que só os inteligentes conseguem enxergar?)