domingo, 2 de outubro de 2011

Anonymus Alcoolatras

Uma dose desse drink vai fazer você esquecer que tem 1 coração partido em 2 bem atrás do seu peito esquerdo. Pegue um recipiente grande, pode ser um galão d'água ou uma panela de quartel. Caso não tenha, uma banheira de bebê serve perfeitamente.

Despeje uma medida (= 1 litro ou 750 ml) de cada um dos seguintes ingredientes:
Wisky
Vodka
Absinto (2 medidas)
Adoce com Martini e Licor de Tangerina.
Reserve 3 xícaras dessa mistura e beba o restante num talagaço só. Afinal, isso era só um "esquenta", a receita vem agora.
Em um recipiente, despeje três medidas de Amarula e leve ao fogo com uma medida de álcool em gel, mexendo sempre (com seu vizinho). Acrescente uns cravos da Índia e uma pitada de Pólvora. Depois de acrescentá-la, mantenha o fogo bem baixinho. 
Se sentir que o álcool está evaporando demais, segure-o com uma tampa de panela inclinada, de maneira que o vapor bata na tampa, se condense e escorra para dentro de um copo que você deve posicionar embaixo da tampa. O sumo desse vapor pode servir de calda, ou pode ser bebido na hora!
Desligue o fogo e leve a delícia ao freezzer. 
Volte à misturança: vá batendo no liquidificador uma xícara da sua mistura (aquela do esquenta lá do começo) para cada duas maças picadas. Frutas são muito boas para a saúde. 
Depois de bater, você obterá um líquido espesso. Essa será a cobertura da sua delícia. Se desejar uma cobertura menos espessa, misture um litrão de cachaça Araça, daquelas de 1 pila do bar da esquina, afinal, ingredientes simples fazem toda a diferença.
Doze horas depois você pode desenformar a sua delícia, deitar a cobertura por cima a aproveitar o seu Squèç-hômê!
Mantenha a receita no bolso (caso você more sozinha ou com alguém que não se importe com você), pois quando você chegar ao pronto-socorro, os enfermeiros saberão que você só precisa de uma (ou outra) injeção de glicose.
A dica é beber o "esquenta" com óculos de canudinho. É divertido acompanhar o trajeto da bebida, além disso, o movimento dos olhos trará o efeito desejado muito mais rapidamente.
Se essa receita não for suficiente para esquecer, eu tenho uma benzedura com vinho que é tiro-e-queda.
Voltaremos!

Como diriam os twitteiros: #FICADICA

O inverno acabou?
Você não pode mais usar aquela manta que você adora?
Tá sem paciência pra esperar até o próximo inverno?
Aqui vão algumas dicas de uma menina desocupada que não tem o que fazer no domingo, mas que já tá pronta pro verão.
Você pode usar sua manta como blusa(s), saias, vestidos, no cabelo, e o melhor, sem gastar nenhum centavo. Se você é tão pão-dura quanto eu, apoveita o que tem e pára de esbanjar.


Gostou? Me dei, né?? Ah, fala que sim... custa nada não...
Beijo, lectores. Ótimo domingo pra vocês.

P.S.: Eu já ia esquecendo do meu lindo vestido de festa.. ou melhor, meu lençol (perfumado!) e minha manta.

sábado, 1 de outubro de 2011

Des-graças engraçadas...

Por vezes, acontecem desgraças na vida das pessoas. E, por vezes, essas desgraças acabam se tornando muito engraçadas. Claro, esse tipo de coisa - se acontece com você - você não conta, mas isto aconteceu com a amiga de uma amiga minha. Era uma vez...
Uma mulher que estava em um relacionamento. Enfim, depois de muito doente, esse relacionamento veio a falecer. A mulher, agora uma jovem viúva, acreditava não mais conseguir relacionar-se com outra pessoa. Eis que um belo dia, ela recebeu um convite encantador: "Te arruma que tô passando aí".
Bueno, ela fez uma chapinha, colocou a melhor roupa, o melhor batom, até um anel ela colocou... na esperança de sabe-se lá o quê, visto que ela não usava um anel desde que... bom, ela nunca usava anel! Então, ele chegou, parou seu carro. Ela entrou. Inocente, foi beijar-lhe o rosto, mas ele a beijou nos lábios. Ela sorriu. Ele viu que agradou. Beijou-a novamente. Ela, então, disse-lhe "oi".
Estava uma noite terrivelmente fria. Ele ligou o ar-condicionado. Ficou quentinho e embaçado. Eles decidiram que queriam ver o Rio. Atravessaram a Ponte Internacional Mauá, cruzaram a fronteira, passaram a zona comercial de Rio Branco e pararam o carro no barranco, de frente pra água. Ele colocou uma música. Ela tirou os sapatos. Ambos se puseram a 'conversar'. Riram muito. As horas passaram como se fossem minutos.
De repente, não mais que de repente... ouve-se o silêncio absoluto. Sem o ar-condicionado, sem a música. Nada. Sem um pinguinho de bateria. Ele disse: Caralho! Ela olhou para ele com os olhos esbugalhados. Ele disse: Desculpe o palavrão. Ela disse: Tudo bem. Afinal, ela sabia que não se pode provocar homens que estão em "trabalho de parto" com seus automóveis, uma vez que seu último namoro havia terminado, dentre outras coisas, porque ela entendia mais sobre [texto original suprimido]. ! [grifo meu]
Ele deu início ao que muito popularmente conhecemos por "tentar pegar no tranco". Sozinho era difícil. Pois ele tinha que empurrar o carro até em cima do barranco, entrar correndo e tentar fazer o carro pegar em segunda. Ele fez isso diversas vezes. Por sorte, ele era extremamente forte. E ela extremamente leve. Mesmo assim, ela resolveu sair do carro para olhar a noite de perto. E como estava escuro! Ele perguntou se ela estava com frio. Ela disse: Um pouco. Ele pôs a jaqueta dele nela. Ela  sentiu como se estivesse em pé, dentro de um saco de dormir.. estava quentinho, cheiroso e cobria até as canelas dela.
De repente, ainda mais que de repente... ele perguntou se ela sabia dirigir, para ajudá-lo. Ela limitou-se a dizer que não, embora ela já tivesse mais de 45 horas de aula prática de direção (e três reprovações que a levaram a desisir de tirar sua CNH).
Ele percebeu, então, que sozinho não conseguiria. Subiu a rua e se parou a parar os carros que passavam, em busca de um carregador de bateria. no entanto, o lado ruim de estar na rua numa terça-feira as 2:30h da madrugada é que não há muita gente na rua. E os poucos que passavam, não queriam saber de "chupeta" e se mandavam assustados, cantando pneu.
A única solução encontrada foi a de ligar para a polícia uruguaia. Então, eles ligaram para a polícia, que prontamente veio guinchá-los. Já no asfalto, eles andaram para lá e para cá (puxados pela polícia) pra ver se o carro pegava. E pegou, demorou mas pegou.
- Gracias.
- No por eso.
No entanto, enquanto ele fazia o carro pegar, acredito que ele tenha "sentado o pé" forte demais, porque o acelerador simplesmente parou de responder. Resultado: O carro se modernizou, ficou automático. Acelerava quando queria, bem como diminuia a velocidade quando queria. O câmbio de marchas e os pedais passaram a ser meros acessórios absoletos.
Apesar de terem aproveitado, a maldita bateria acabou com a noite. O carro havia estragado. E o pior, ela precisava descer do carro, mas o carro não parava!! Eis que ele, muito brincalhão como sempre, fez a seguinte proposta: Vamos fazer o seguinte, quando eu passar na frente da tua casa, tu te atira. Eles riram, mas ela sabia que não havia outro jeito. Se beijaram comicamente do jeito que lhes foi possível e falaram algumas palavras que ela já não recorda mais.

Resultado: Em estilo dublê de James Bond, ela desceu do carro, adentrou a casa e foi acordar sua irmã, afinal, precisava compartilhar o ocorrido.
Ela só consegui repetir que havia esperando mais de cinco anos para sair com ele e que, agora, havia terminado assim.

Mas ela não sabia de um detalhe: Não havia acabado. No fim de semana, eles se encontraram no bar. Desta vez, ele a beijou no rosto. Ficaram boa parte da noite se olhando de longe. Ela dançou com todos os 'cavalheiros' que a tiraram para dançar e tirou alguns que não tinham coragem. No entanto, havia um menino que dançava, digamos, agarrado demais. Ele não gostou. Foi até lá. Pegou-a da mão e disse... Na verdade, ele não disse nada, mas ela o entendeu.
Sairam do bar, estava tão frio quanto naquela noite. Ele colocou a jaqueta sobre ela. Foram conversar, nenhum dos dois falou sobre o ocorrido da terça-feira.
O bom dos contos de FODAS é que, assim como os contos de FADAS... eles vão se imortalizando conforme vão sendo contados. E assim foi, primeiro, ela contou pra irmã mais nova,. Pela manã, ela reuiniu numa roda de chimarrão, o restante da família e contou novamente.
À tarde, uma amiga foi lhe visitar e ela contou. Era uma forma de lembrar dele também, de como um prefixo transforma a desgraça em graça... E, agora, dois meses depois, ela contou pros colegas de faculdade, numa bela manhã de sol, no lago do campus Carreiros.

Texto original do Best Seller O Romance de Miss Saliência & Irmãos Coragem.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Lar, doce lar

 Bom, gente, essas são as primeiras fotos na casa nova. Eu vou apresentá-la pra vocês e um pouco da rotina também.

Primeiro, onde eu durmo, estudo, vejo filme, estudo e também é onde eu estudo. Meu quarto. Claro, ignorem a pessoa que está metida a modelo nas fotos. Mas, sabe, achei muito sem graça mostrar só os móveis, preferi me colocar ali no meio. Cama, caminha... ai ai




Bueno, ali é a cozinha... um lugar que, ultimamente, tenho gostado muito de frequentar. Tenho testado uns pratos aí.. hehe Invenções minhas  - apartir de ideias dos outros. No começo, era muito chato cozinhar só pra mim, agora, tá beleza. Os quilinhos a mais que estão aparecendo me dizem que devo maneirar no requeijão, no creme de leite e na maionese...
Aqui, é a área.. onde eu lavou roupa "todo dia, que agonia" rsrsrs.. Legal, minha área tá até pegando um solzinho loco de bueno. A primeira coisa que eu faço quando chego da faculdade é abrir a porta da área. Menos quando está chovendo, óbvio...



Lá atrás é o banheiro. Adoro o banheiro, é tão bonito. Dá até pra treinar uma xadrez... Ah, sim, estou aprendendo a jogar xadrez, fiquei com vergonha de ser praticamente a única pessoa no mundo a não entender qual o objetivo do jogo. Até hoje o computador nunca me deixou ganhar.. humf! falta de cavalheirismo!



Era isso, amigos blogueiros e leitores. É  o meu doce lar. Amigos são sempre bem-vindos (se trouxerem mate, porque to só na saudade de tomar um matezito).

Coisa boa poder ter voltado a escrever no blog. Graças a Deus, o bimestre acabou e me sinto livre novamente. Ou melhor, amanhã é oficialmente o último dia, mas já to comemorando desde hoje.

Eu já disse hoje o quanto eu amo você??? 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

"Hoje vou te fazer chorar..."


Sonhei com essa música - o que é muito estranho porque nem eu mesma sabia que eu lembrava dela. Não resisti em colocar ela no blog. Não espere ver um videoclipe, afinal, o que importa é a música e a letra dela. Escutemos, leitores amados, e pode ser que aprendamos algo com ela.
Engraçado como as pessoas escutam a música e pensam tratar-se algo triste, enquanto não é! (ou é?)
Eu e minhas interpretações errôneas.. onde vamos parar? Interpreto a vida, as coisas, as pessoas que me cercam, as pessoas que cercam as pessoas que me cercam... Pelo que vejo interpreto sempre errado. E, pelo que vejo, não sou a única.

Bom, chega né.. vou lá escutar Kuduro que eu me alegro mais ainda. Bóóóra fazer dá sala de casa um salão de dança?? Vem comigo???

Antes era um prazer, sabe.. escrever aqui. Agora.. poxa, agora tenho que me privar, tenho que escolher as palavras como se fossem rosas num jardim imenso (tá certo que, as vezes, eu escolho as que espetem mais), mas, poxa, o blog é meu. E ainda me acusam de estar atacando, de ser má.. sendo que, aqui, eu nunca disse mentira alguma e, ainda assim, todos ficaram contra mim. Esta manhã, estou tendo que retirar várias postagens, simplesmente porque se as quiseram interpretar erroneamente. E, apesar de ter achado um escândalo em absoluto, vou retirá-las. Afinal, as pessoas sabem DIZER, mas não aprenderam a OUVIR. Vou ajudá-las a continuar não aprendendo, a continuarem estagnadas. Mas, repito, vou retirar, em que pese eu não ter dito nenhuma mentira. 
Mas o que resolveria isso e, aliás, teria feito com que nunca tivesse começado, seria o bom e velho conselho que acabei de inventar agora: Se não quer correr o risco de me interpretar errado, NÃO ME LEIA!

É... parece que a vida olhou pra mim, ontem, e disse: Não é por mal, mas vou te fazer chorar, hoje vou te fazer chorar..
Mas eu simplesmente me recusei e acabei com a festa dela! Afinal, o amor que "ainda estava lá" da música, interpretei como amor próprio. Besote, lectores.

Ahh.. não esqueçam de ouvir a música.

domingo, 18 de setembro de 2011

Música de rodapé:

Que coisa louca, eu já sabia
Enquanto eu me arrumava, algo me dizia:
"Você vai encontrar alguém que vai mudar
A sua vida inteira da noite pro dia."
(Tá vendo aquela lua - Exaltasamba)

Só digo uma coisa... não digo mais nada.. rsrs

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A foto é do comecinho de março de 2011. Nesse dia foi realizado o Apadrinhamento dos bixos do Direito diurno.
O sentimento de realizar um sonho só pode ser comparado a uma coisa: à realização de um sonho! (Redundante??? - Eu diria que não)
Mas vim aqui pra fazer uma retrospectiva de 2011 - apesar de saber que o ano ainda tem mais de três meses pela frente. E - palpite meu - muita coisa booooa ainda vai rolar neste ano.

Cara, dá pra acreditar que eu tô morando aqui em Rio Grande desde o dia 1º de março e eu nunca tinha ido no tal do canalete num final de semana a noite?? Mas, ontem, eu fui. Eu descreveria o fluxo de pessoas mais ou menos assim: Um domingo de MotoFest em Jaguarão rsrs. Muita gente! Muita música! Muito bom!
Um mate...
Um amigo...
Um passeio...
É.. caiu bem mesmo.

Esse ano foi o mais diferente de todos os outros que eu já passei. Longe de casa. Aprendendo que as mínimas coisas, que antes eu achava que se faziam por mágica, agora tem de ser feitas por mim e, parece loucura adimitir, mas é muito legal. Só pra constar, às coisas que se faziam por mágica eu me refiro às coisas feitas pelas mães e que a gente não dá valor.
A partir do momento em que você passa a morar sozinho, é você quem limpa tudo, é você que controla o dinheiro, é você que sabe o que tem que ter na próxima lista de compras, etc.
O lado ruim de morar sozinha?? Eu diria que nenhum.
O lado ruim de morar longe da família?? Todos!

Não dá para deixar de falar dos amigos que eu fiz em 2011, assim como da falta dos amigos, os quais eu me afastei neste ano.
As tardes divertidíssima que eu tenho passado com aquele pessoal de aula me fizeram pensar que eu estava dando importância para coisas erradas, me preocupando com nadas e perdendo de sorrir quando havia tantos motivos para fazê-lo!
Agora, com o calorzinho que tem feito, então, é tudo!! Quando eu tô saindo de casa as 7:30 eu abro a porta e - beleza - o sol está lá! E quando não está, paciência.. mais tarde, ele volta! Tudo o que é bom e nos faz bem sempre volta o/

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Aquela maldita música... mas não é aquela, é AQUELA

... sabe como é, mulher tem dessas coisas de "a nossa música"...

Há alguns dias, eu falei sobre imagens especiais (ou que um dia foram), e queria dizer que o mesmo se aplica às músicas. Só que, em vez de travesti-la no Paint, você pode fazer uma paródia ridícula.
Engraçado como as músicas nos marcam tão profundamente, seja para a alegria, seja para a tristeza. Porque, feliz ou infelizmente, conseguimos nos encaixar em qualquer letra.
Lembro que há uns bons anos atrás, eu simplesmente odiava a música Big girls don't cry, da Ferggie e não era só porque eu era uma garota grande chorando, era só porque meu ex-namorado adorava ela. Diria que, "de maneira bem engraçada", essa música já foi toque no meu celular e, depois do fim do namoro, eu comecei a odiar até a coitada (mas linda e afinadíssima) Ferggie. Na verdade, eu havia pegado 'nojo' de todas as músicas que falassem de amor (a nossa música era Longe de você, do CB Jr., a música mais linda do mundo). Se eu escutasse qualquer música, de qualquer espécie, eu deixava o recinto. E se a música fosse na rua, eu adentrava qualquer recinto. E isso é triste, porque é triste viver sem música. Fiquei um bom tempo sem música, até que um dia apareceu uma pessoa que disse: Pede qualquer música que eu toco e canto pra ti.
Eu disse: eu não escuto música.
Ele disse: impossível! deve ter alguma que goste.
Eu disse: não (mas pensei numas quarenta, em uma fração de segundo).
Então ele começou a tocar e eu não pude deixar de rir... e ainda rio ao lembrar.. "na sua boca eu viro fruta, chupa que é de uva, chupa.. chupa, chupa que é de uva". (olha só.. tô rindo igual uma idiota)
Fim da exclusão musical na minha vida. música novamente, muita música, muita mesmo.

Depois desse episódio magnífico do Everton tocando e cantando Chupa que é de uva, na sala da casa dele, a mãe dele na cozinha e eu vermelha até dizer chega, teve o segundo episódio que me fez odiar as músicas de amor.
Dessa a vez, a nossa música era O sol, a lis e o beija-flor. Cara, a segunda música mais linda do mundo e eu desperdicei com o cara mais bestão que existe! Os namoricos¹ na sala do pc lá em casa eram quase sempre ao som dessa música. Cara, nunca confie em uma pessoa que ultrapassa 150 Km/h numa moto de 750 cilindradas com você junto e sem capacete. Na hora a gente ri, depois que passa, a gente pensa "se a mãe sonha..." rsrs

Mas, bueno, gente, era isso que eu queria dizer nesta manhã linda de feriado.
Mais tarde, vou dar uma caminhada na faixa e contar quantos motoqueiros buzinam, quantos enbicicletados mexem, quantos caminhoneiros dão sinal de luz, quantos homens de carro fazem aquele tradicional aceno com a mão sem tirá-la do volante e quantos homens fazendo corrida param pra conversar. Ai ai... é isso, pessoal, fone no ouvido e música, muita música! Bora qua amanhã tem debate e sou do grupo do Foucault...
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¹ By Damian

sábado, 3 de setembro de 2011

Uma sexta-feira normal de antigamente

Sabe quando as coisas acontecem tão naturalmente na sua rotina que você já nem dá mais valor a elas? Não que essas coisas não sejam importantes, mas porque se tornaram comuns, corriqueiras. Então, um belo dia, você percebe que a sua rotina PUF! desapareceu, é outra, é nova, é boa, mas a antiga era melhor. Pois bem, se você é uma pessoa de sorte, sua rotina volta pra você, ainda que um só dia.
Comigo foi assim...
Ontem, eu fui dar uma voltinha no "grande"¹ centro de Jaguarão, mas - tipo - sem esperança de ver alguém de quem eu tivesse saudade. Mas não é que vi todo mundo! Simone (comprando umas bota de travesti que eu adoro), Simone, minhas colegas queridas, Liginha, minha mãe adotiva, a Pati, o Paulo, a Vanessa, o Lucas, pessoal do Banco (saudade!) 
E melhor, nem precisei ir ao centro pra ver uma pessoa que eu amo de paixão: minha profe Adriana. 
Ai Jaguarão, Jaguarão, se eu pudesse, eu te levava no bolso!

Depois meus colegas furguianos, acadêmicos do Direito, vêm rir de mim, porque eu digo que sou feliz quando estou aqui, no fim do país... seja num show de Pepê e Neném, seja num mate na beira do Rio, seja numa voltinha no centro... Caraca, maluco², eu sou feliz aqui!

¹Eva, teus alunos tem que ler isso pra aprender ironia, afinal "temas próximos ao cotidiano do aluno ajudam no aprendizado" usuahsuaha
² De tanto ouvir o Jonaxx falar

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

AQUELA maldita foto... mas não é aquela, é AQUELA

Tem certas imagens que machucam, mas você é obrigado a ver (ex-marido num out-door, por exemplo). Por outro lado, há sempre aquela imagem que - embora você não seja obrigado a olhar e embora ela te machuque - você sente necessidade de olhar.
Você chega em casa e você vê...
Você sai na rua e você vê...
Você fecha os olhos e você vê... ainda que precise se esforçar para redesenhar detalhes.
E você nem lembra quando foi que essa foto (que agora não te deixa dormir) se tornou tão importante para você.
Você não consegue rasgá-la, não consegue deletá-la, você não consegue nada!... Não, não é por falta de querer. Você quer, e muito, apagar aquela maldita foto.
Mas ela não é sua!!!!
Você até queria que fosse para que (depois de olhá-la pela última vez) você pudesse enfim apagá-la no SHIFT+DEL e, depois do ENTER, não haveria mais como recuperá-la.
Antes, é claro, de apagá-la, você deve tirar da foto qualquer sensação que ela passe para você e, para isso, eu sugiro travestir a pessoa no PAINT... Acredite, o máximo que você vai conseguir fazer ao lembrar da imagem linda que você maquiou é rir muito, acredita em mim...