quarta-feira, 29 de junho de 2011

"Vivi, tás muito saliente!"

Um calor non grato

Acordei indisposta (de novo) e o mais curioso: com muito calor! Saltei da cama, afastando as cobertas, tirando a blusa de lã que me sufocava. Abri a porta da área e a janela... o frio, o frio entrou, eu consegui respirar, me senti normal, enfim.
Algo na boca do meu estômago está latejando há dias, é incômodo e dói.
A Gabi, minha colega, me chama de saliente, porque nos dias mais frios, vou pra aula cedinho com uma blusinha e uma jaqueta e, nos dias de provas, ainda tiro a jaqueta.
O Jonas e o Jean já chegam no msn assim: Oi saliente
Acredito que esse destemperamento todo tenha a ver com as noites sem dormir. Sempre obedeci os horários do meu corpo e isso me fazia bem, mas perdi esse reloginho. Durmo a hora que o sono vem, não posso disperdiçar a chance! Todos os aparelhos ligados durante a noite também atrapalham, mas são minha única companhia...
Estou contando os dias para ir embora pra sempre dessa cidade horrível! Desculpem, deixa eu corrigir.. não é a cidade que é horrível, mas o que eu sinto de horrível nessa cidade. Faltam 7 dias, uma semaninha e... puf... eu sumo daqui.

Família! Quero família! A única coisa sobre família que não importa é saber onde você está, quando você está com ela, porque aí você está em casa.

Tem uma obra chamada Clarice, da escritora Ana Miranda. Clarice, que era observada por um marinheiro de binóculos de seu apartamento, sofre uma queimadura por ter adormecido com um cigarro aceso na mão. A personagem, depois daquele dia em que se queimou, jamais sentiu calor. Comigo foi o contrário, depois de todo aquele gelo, nunca mais senti frio.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Amores imperfeitos-Skank
Composição: Samuel Rosa - Chico Amaral

Não precisa me lembrar
Não vou fugir de nada
Sinto muito se não fui feito um sonho seu
Mas sempre fica alguma coisa
Alguma roupa pra buscar
Eu posso afastar a mesa
Quando você precisar

Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação

Eu não quero ver você
Passar a noite em claro
Sinto muito se não fui seu mais raro amor
E quando o dia terminar
E quando o sol se inclinar
Eu posso por uma toalha
E te servir o jantar

Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação

Mentira se eu disser
Que não penso mais em você
E quantas páginas o amor já mereceu
Os filósofos não dizem nada
Que eu não possa dizer
Quantos versos sobre nós eu já guardei
Deixa a luz daquela sala acesa
E me peça pra voltar

Ah, é linda não é?
Tô romântica, tá, eu admito... rs

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Sorte que eram folhas e não pessoas...

Acabei de pegar meu caderno de Economia e sabe o que havia nele?

Um parênteses antes de responder: (vou contar o fato que levou a essa postagem. Certo dia, eu estava estudando para a prova de Economia do 1º bimestre e a caneta começou a falhar. Então, eu dava uma riscadinha nas margens da folha e ela voltava a escrever. Mas dali a pouco falhava novamente. Sabem o que aconteceu? Eu senti raiva. Senti raiva da caneta e acabei descontando nas folhas. Eu risquei tão forte, mas tão forte que a caneta não só riscou como também rasgou várias folhas do caderno. As marcas são visíveis e palpáveis).

Agora sim, a resposta: Havia as marcas ali. Ainda. Depois de todo esse tempo.

E foi por isso que vim escrever-lhes. Porque as marcas do que a gente faz quando está com raiva não se apagam. Eu agi assim com um caderno, mas há quem aja assim com pessoas. A raiva vai passar, as marcas não. Elas vão estar ali, tatuadas onde se as colocou.
Não há o que eu faça, as folhas não vão voltar a ser lisinhas como antes. Não vão porque machuquei elas. Eu posso olhá-las, posso me arrepender, mas não posso voltar lá - no momento exato da raiva - e consertar o estrago. Porque a raiva já se foi e, agora, parece que eu nunca a senti, mas aqui estão as folhas que não vão me deixar esquecer... Por que?
Meu caderno era lindo, eu comprei lá em Montedideo, a capital do Uruguay. Comprei pra dar de presente, mas ele era tão lindo sabe... antes tivesse dado. A capa dele é toda colorida, bem uruguaia, linda... Vou até tirar uma foto...

A minha culpa já não deveria servir para o meu perdão?? Se eu sou egoísta, prefiro pensar que sim.
A raiva tem isso também. Ela deixa marcas em quem a sente. Disso, eu tenho certeza. 
Por fora, o caderno continua o mesmo, mas dentro.. dentro o que se vê é culpa minha.
Com as pessoas, ocorre o mesmo. As vezes, não cuidamos o que dizemos. Na hora da raiva, fazemos coisas tão ruins que - depois que a raiva nos deixa - a gente pensa que não fomos nós que fizemos, ou falamos, ou agimos de tal modo e tantamos consertar. Mas pessoas não são folhas. 

 As marcas da raiva, em uma pessoa, você não vê.
 

Só vim desabafar um pouco... vou voltar a estudar.

Quem dúvida é louco!

Meu Deus, que frio é esse? E já nem é na alma, é no corpo mesmo. Segundo o site ClimaTempo (que tem por lema o céu fala. a gente entende), temos 6º C neste momento em Rio Grande. Mas - te juro - parece -6º.
Nesta manhã, acordei (mentira, porque nem dormi de medo) e fiquei assustada com o vento dentro do meu quarto, apesar de tudo fechado. As janelas, que são somente de vidro, balançavam e a porta também.
Tive que ir a aula, uma vez que começu a semana de provas. Não estava me sentindo muito bem, mas acho que era geral com a turma. Fiz a prova de qualquer jeito (o professor tão querido não merecia o lixo que escrevi) e fui pro CC com a Lizi. Ficamos comendo o conversando...
Na hora de ir embora, a chuva apertou. Eu pensei: se eu pegar o micro da FURG, ele vai me deixar na esquina da faixa e, até em casa, vou me molhar toda. Então, tive a brilhante ideia de pegar o ônibus. Bueno, peguei, paguei e... não é que o maldito foi por um caminho que eu não conhecia!! Maldição! Tive que descer no primeiro lugar conhecido que avistei. Imagine, coitada de mim, um pobre bichinho de Deus... com minha jaquetona de faz jux-jux quando passo os braços no corpo, parecendo o exterminador do futuro. Bueno, de repente o ônibus saiu do meio do nada, comigo dentro, e numa ruazinha eu avistei o Atacadão. Desci tipo bicho, né.. quase me avuei pela janela. Atravessei a rua para pegar um ônibus para voltar, chovia muito, parecia gelo e as canelinha véia atacando toda a ventania de meia soquete! Pensei: estou só a quatro quadras de casa, qualquer ônibus que passar aqui, vai me deixar em casa. Vã ilusão... Peguei o primeiro ônibus que vinha e adivinha!!! O maldito entrou na mesma ruazinha idiota de onde eu havia acabado de sair. Mas quem foi a mente brilhante que abriu essa rua aqui, será que não vou conseguir chegar em casa???
Final da história (não dá nem pra dizer que é Moral): gastei duas passagens e ainda tive que caminhar 5 quadras a pé, na chuva, com o livro de Platão sendo carregado como um filho para que não apanhasse nenhuma gotinha de chuva. Vinha que nem velha falando sozinha... é até bom quando isso acontece, as vezes eu fico dias sem olhar a rua, mas - hoje - fui obrigada... rsrs não é ruim não. Pena que os oclinhos tavam cheios de pinguinho...

Decidi contar porque o comentário do Alex me deu um gás. É pra contar meus casos, então, acredito que este seja um rsrsrs. Mesmo com esses micos, eu continuo me amando e não desisto de mim.. ai ai, um dia eu aprendo a sair da FURG... e vou pra UFPel.

domingo, 26 de junho de 2011

A maldição dos calendários de prova

Vamos lá! No pique!
Tá começando a semana de provas e eu sei tudão!
As minhas metas são médias superiores a 8,0 esse bimestre, por motivos aleatórios rsrsrs.. por exemplo, msn e face que me prendem mais do que deveriam.
Observem comigo.. amanhã tem prova de Filosofia, com o queridíssimo professor Jaime John. A nota do bimestre será dada da seguinte forma: avaliação de quatro questões sobre o livro Banquete, de Platão. Ameii o livro, fala sobre amor do início ao fim, especialmente O discurso de Aristófanes. Bem, essas quatro questões somam 5,0 pontos, os outros 5,0 advirão da avaliação do professor quanto ao texto sobre felicidade e amizade, na visão de Aristóteles, em Ética a Nicômaco - outra obra que eu ameii, especialmente os livros XIII e IX. até aqui, eu me garanto. amor e felicidade é comigo mesma.
Depois tem a prova de IED.. putz, daí já não garanto mais nada. Já fiz três trabalhos de IED e nenhuma leitura, não sei como consigo... a matéria entra como que por um transporte passivo, por osmose, eu sei lá. IED me preocupa um pouco, mas bem pouco perto de CPEC.
A de CPEC é dia 1º e "é osso"... o professor propôs um seminário sobre o livro "À espera dos bárbaros", no entanto, ele cometeu um erro: disse que não éramos obrigados a ler, que era interessante e tal. Resultado, 3 ou 4 apenas leram. Resultado desse resultado: O Pandolfo ficou P*** da vida e disse que vai nos ralar na prova (foi o que me disseram, porque - eu - nem na aula fui). A prova, segundo ele, será fazer uma relação entre o livro e os teóricos contratualistas - Hobbes, Locke, Rousseau. Aff, vamos ter que inventar essa relação, já tô me vendo, enchendo linguiça. O segredo não é as bobagens que você afirma nas provas, mas os argumentos que você usa para sustentá-las.
Aff.. prova de noite (que medo, nessa faixa escura)! Economia, graças a deus que acabarm-se os cálculos e os gráficos, agora é na base da teoria. Em consonância com Sociologia e CPEC, a disciplina de Economia também aborda os contratualistas.
Finalmente, a prova de História. como diria o Jorge da Borracharia do Jorge: "puta-merda". São 8 textos pra ler (ou reler), dos quais deveriam ter nascido 8 fichamentos e, no entanto, eu só fiz 5! Não me pergunte o porquê. Acho que o 10,0 do bimestre passado me deixou baseada. História vai ser, sem dúvida, a pior prova do bimestre. Mas ela virá sucdida de uma situação atenuante: FÉRIAS!!! Soa quase como CARNAVAL!!! para mim.
Dia 5, então, vou-me embora pra Pasárgada.

Me desculpem... Não foi justo

Não sei se alguém chegou a ler as duas postagens dessa madrugada, mas - se chegou - desculpe. Não queria ter escrito, juro que não queria.
Desconsiderem... só isso.

Sei lá... acho que o "péssimo humor" mudou e me arrependi. Desculpem as coisas horríveis... desculpem, desculpem, desculpem!! Ninguém é obrigado a ler tão abertamente a dor dos outros. Ainda mais quando se usa e abusa de tanto exagero como eu fiz.

Acontece que, as vezes, a gente não entende certas coisas e tenta ofender. Não costumo ser assim. Não é justo, não é direito.

Vou seguir aqui, olhando Chaves (o episódio dos ratos no restaurante de doña Florinda) e fazendo meu tricô (um par de polãinas cairá bem nesse frio)... a semana de provas vem chegando e estou até pensando em estudar um pouco, afinal, o velho truque de somente prestar atenção nas aulas não deu muito certo esse bimestre.

Mais uma vez, desconsiderem as coisas horrorosas que eu escrevi. Egoísmo foi o que eu tentei fazer...

A verdade é que me senti tão mal por saber que aquilo havia sido publicado porque não sou ruim, não consigo, nem tentando. Sou boba. Mas quando a apaguei... paz.

A imagem é uma obra de arte feita por mim, durante a aula de IED rsrsrs.

sábado, 25 de junho de 2011

Não nos obriguemos a conseguir, mas a tentar.

Hoje, eu realizei mais uma prova de concurso público e, sabe, não importa quantas eu faça, sempre fico nervosa.
Bom, bom... vi vários conhecidos por lá e até alguns, aos quais chamar de "conhecido" é muito pouco. Graças ao Correa, eu consegui encontrar o local da prova.
Conversando com o Tagore (que estava de manga curta!!!), comentei que havia mais de 600 pessoas concorrendo por uma vaga. E ele: Mas tu só precisa de uma! Taí, gostei... alguém pra te passar confiança é sempre bom.
Imagine só: 50 questões. Não é muito. Mas se você considerar o tamanho dos textos que as precedia, "pombas, tchê", é de deixar o cristão vesgo. Li a primeira e pensei: Mas o que é isso, disseram que precisava ter graduação em Letras, não que precisava ser um gramático!
O tema da redação: o tal do novo Código Florestal e o futuro do Brasil. A gente sabe que, do jeito que as coisas vão, é bem provável que o Brasil nem tenha um futuro... mas quem se atreve a dizer isso numa prova de concurso? Só uma coisa é certa: o novo Código não vai trazer um futuro melhor, não mesmo ou - pelo menos - não aos pequenos proprietários e nem às florestas... vai saber.
E agora a agonia: o gabarito que, é claro, já está pronto - pois sem ele não haveria a prova - só será divulgado dia 08 de julho! Paciência, paciência... PACIÊNCIA CARAMBA!!

Parabéns pelo níver, Tagore \0/\0/

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Os meus sonhados 55 kg

Alex,
eu já fiz uma missão impossível tá rsrsrs. (foi o melhor que pude)
Olha a foto dos 8 kg a menos... (2 anos atrás)
Com meu peso de agora, sou quase obesa. Não pelo corpo, mas pelo ganho de peso.
Aqui, eu até concordo de tu dizeres "Tás muito magra, guria".
Essa calça já não entra nem se eu ficar pulando no meio da sala com ela entalada nas cochas... e a camiseta... bom, nem preciso falar.



Compare com o agora: olha o panceps, que amor!
Pode parecer pouco, mas os "55 kg" eram realmente o meu maior desejo. E veja só, estou com 56,3!!
Estar abaixo ou acima do peso não é legal.. os homens podem ser cruéis.
Agora, estou feliz e satisfeita e o melhor, posso olhar praqueles metidos do colégio (lembra?), encher a boca e dizer "nem morta que tu encosta nesse corpinho, meu filho" kkk modéstia á parte, é claro!
Mas não é fácil... nós, os magros, sofremos para ganhar o que todos querem perder. Corro de noite, caminho de dia e ainda corro o risco de ser atropelada na faixa... muito exercício com caneleiras, muuuito.
Ser chamada de magra - os que me conhecem sabem - é um dos "elogios" que mais me deixa triste. Nunca mais diga isso! Eu te perdoo porque te adoroooo

Olha o peixe!

E são tantas marcas

Que já fazem parte

Do que eu sou agora

Mas ainda sei me virar

Eu tô na lanterna dos afogados

Eu te esperando

Vê se não vai demorar [...]

(Herbert Vianna)


Como já é sabido, não gosto de sofrer em vão. Prefiro que ela - a dor - sirva para que alguém não venha a sofrer, pelo menos não pelos mesmos motivos (neste caso, falta de motivos) que eu.

Pense aí:
Das pessoas que você conhece, quantas saem escondidas do namorado?
E quantas delas traem eles?
Quantas usam ou pedem o dinheiro deles para comprar bolsas, roupas e acessórios de marcas caríssimas?
Quantas aceitam ficar com alguém que vai precisar ficar longe por muito tempo?
Quantas não fazem questão de ganhar presente em datas especiais?

Agora me diga: Quantas delas são felizes? Eu lhe digo: As que saem, traem e gastam o que não é seu. Estas apenas alcançam a felicidade efêmera, a perene alcanço eu. As outras, não se importam, porque não se apegam. Eu me importo, me apego e, de quê adianta? Merda nenhuma!
Se você me perguntar se é injusto, eu vou te dizer que sim.
Só isso... é injusto.
Acho que a lição que se tira é... saia, traia, gaste, exija presentes... Não vai manter uma pessoa ao seu lado, mas pelo menos, você vai saber que não era merecedora do amor. 

A dor dói mais quando a gente não merece ela...

Só isso... é injusto.

Prioridades mudam

Quando eu criei esse blog, lá em 19 de agosto de 2008, eu fiz uma lista de coisas que eu queria muito "ter".
Acompanhe a lista neste Mini flashback:

"Nunca tive mas quero muito:

-55 kg;
-amigo gay;
-um Tempra;
-um segredo;
-festa surpresa;
-uma bóia de praia;
-uma cama elástica;
-uma bola quadrada;
-um martini de 20 litros;
-uma pintura autêntica de DaVinci;
-um poema meu no livro do Dr. Marcos;
-e a capacidade de escrever textos curtos."

Agora, digam-me: porque raios eu queria essas coisas? 
Bom, os 55 kg eu queria mesmo, mas é que - na verdade - esse era o único desejo da lista que fazia parte do "ser" e não do "ter". Estou com 56,3 kg hoje e muito feliz porque minha barriga sumiu, mas o restante continua aqui!
Um amigo gay!! Wath the hell! Para quê eu queria um amigo homossexual, se os heteros que eu tenho são os melhores e eles não se importam com o fato de eu ser hetero também?
Um Tempra. Podem me chamar de louca, mas eu jamais teria um carro desses! 
Um segredo... putz, mais do que eu já sei, tá difícil de guardar. Eu pedi um, mas veio um triplo!!
Festa surpresa.. ééé.. se quiserem me dar uma, até finjo surpresa, mas faço questão não... 
O absurdo: uma bóia de praia!! Pra quê eu quero uma maldita bóia se eu odeio entrar na água? Eu tenho medo, acho desconfortável e mais.. eu tenho medo!
Uma cama elástica e uma bola quadrada... olha as prioridades da pessoa... uma cama elástica.. uhuu ia me fazer tão feliz... uma bola quadrada só viria para completar a felicidade.. ai ai pelo amor de Deus, ninguém me avisou que eu era fútil e bestona...
Um Martini de 20 litros.. ora, que idiotice. Pra que vou querer UM Martini de 20 litros, se posso ter VINTE Martinis de 1 litro?
Uma pintura autêntica de daVinci.. não vou negar o status que isso traria, mas prefiro as pinturas do meu Luquinhas... Enquanto ele pinta, ele diz "a tia Viane é binita", mas o que eu vejo nas pinturas dele são riscos de lápis na parede da cozinha... eu não consigo ver "além".. uma pintura de daVinci não significaria nada pra mim. Mas se quiserem me dar... não recuso também.
Um poema meu no livro do Marcos... gosto dos livros do Marcos, gostei mais quando vi textos de André e Sandro neles, mas os meus.. definitivamente, não fazem o estilo...
A capacidade de escrever textos curtos! Essa é a mais absurda de todas, em disparada... Como eu pude desejar isso, se - hoje - o que eu mais preciso é encher linguiça nos trabalhos da faculdade??
Por sorte, eu não obtive nenhuma das futilidade inúteis que eu pedi... 
Isso me lembra que "as maiores dádivas de Deus são preces não atendidas"